sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Um Jorge pouco calado (e ainda bem).

 
 
Um almoço com o Jorge Calado é assim: ponto de situação da saúde, nossas e dos amigos nossos; escolha da refeição; e depois é ligar o piloto automático. Três horas de: Shakespeare como paixão da adolescência, a exposição de Rembrandt em Londres, projectos em curso, compra internacional de fotografia, Maria Lamas e As Mulheres do Meu País, Vivian Maier, a ópera em Bayreuth, o Expresso, os livros de Artur Pastor, incêndios na Austrália, o neo-realismo, Oxford e Jan Morris, alterações climáticas, presidenciais americanas, a curadoria de uma exposição no Dubai, Rita Barros e o Chelsea Hotel, amigos comuns e, para terminar, a genialidade de David Hockney e a maravilha do teatro inglês, cada vez melhor. Isto é Jorge Calado. E Portugal talvez ainda não tenha percebido que tem um tesouro preciosíssimo, a quintessência do património imaterial da Humanidade. Um grande abraço, Jorge.
 
 
 
 
 
 
 

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