domingo, 22 de julho de 2018

Graciela Iturbide, a serpente emplumada.

 

















Entranhas de Amsterdão.









A Rita Canas Mendes, que tem um olho incrível para estas coisas, mandou-me novas deste Below the Surface. Parece não haver muito em comum entre objectos encontrados no subsolo de Amsterdão em, 1550 e em 2005, pois não? Mas há. Há um piramidal projecto que imploro que visitem, nem que seja por breves minutos. Verão que vale a pena, muita. O site, para mais, tem funcionalidades divertidíssimas.
 
 
 

 

Aguardado com expectativa.

 
 

 

Bom domingo.

 
 
 
Painel de las manos, El Castillo, Cantábria, Espanha



sábado, 21 de julho de 2018

Prora, agora.

 
 

 
 
 
Já ouvimos falar de Prora, a estância de férias que Hitler construiu nos mares a Norte, bem bálticos. Um edifício-monstro com capacidade para 20 mil servidores do Reich. Até há um filme com esse nome. de 2012. Agora, Prora vai abrir como hotel. Aqui fica a notícia.


 
 
 

:)

 
 



Tivemos há uns tempos (mais) uma triste notícia da morte de um lince, atropelado no Alentejo. Mas, aleluia!, há uma região na Europa onde os linces florescem, graças aos deuses – e ao amor dos homens. Aqui.
 
 

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Mais Lisboa: novos olhares, olhares da Nova.

 








Apenas.

 
 



Não sei se é nova, para mim é. É uma editora apenas. Fantástica. Aqui há uns anos, também o amigo Júlio, da Livraria Arquimedes, teve a feliz e belíssima ideia de reeditar, fac-similando, obras perdidas da nossa tradição escrita. A Apenas tem um catálogo fabuloso dessas preciosidades, maravilhas atrás de maravilhas. Lisboa, muita, fado e não só; mas também o restante país, Portugal chamado. O difícil é escolher. Coisas grandiosas, AQUI.

 

  

Portugal Portunhol é Sensacional.

 
 

Tip Toland: no mínimo, desconcertante.
















quarta-feira, 18 de julho de 2018

Livros que bem poderiam ser traduzidos por cá.

 
 

Livros que bem poderiam ser traduzidos por cá.

 
 

Rua Vítor Cordon, Lisboa: antes e depois.

 


 
“É interdita a remoção de azulejos de fachada de qualquer edificação, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes”
 
(Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa, artigo 13º, ponto 9 e artigo 14º, ponto 2)
 
Quando o pedido de licenciamento tiver por objecto a realização das operações urbanísticas referidas nas alíneas a) a e) e i) do n.º 2 do artigo 4.º, o indeferimento pode ainda ter lugar com fundamento em: A operação urbanística implicar a demolição de fachadas revestidas a azulejos, a remoção de azulejos de fachada, independentemente da sua confrontação com a via pública ou logradouros, salvo em casos devidamente justificados, autorizados pela Câmara Municipal em razão da ausência ou diminuto valor patrimonial relevante destes";
 
(artigo 24º, nº 2 do DL 555/99 de 16 de Dezembro, na redacção conferida pela Lei 79/2017 de 19 de Agosto)
 

Livros que bem poderiam ser traduzidos por cá.

 
 

Livros que bem poderiam ser traduzidos por cá.

 
 

Livros que bem poderiam ser traduzidos por cá.