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sábado, 3 de novembro de 2018

a Índia é um lugar estranho (e maravilhoso).

 










Atento ao desconcerto do mundo, Malomil gosta de estátuas gigantes. Como tal, não podia faltar à festa de inauguração desta modesta escultura de Sardar Vallabhai Patel, herói da independência, figurinha que tem uns escassos 182 metros e que, como é óbvio, serve um propósito político: ensombrar o Taj Mahal em nome do nacionalismo hindu. Enfim.
 
 

 

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Hindustan.

 
 


Bollygarcas.

 
 
 














Ao contrário do que possa parecer, este pavor não é o bloco de habitação social do Vereador Robles em Alfama, Lisbon, nem o showroom dos poderosos Móveis KOL. É a casa mais cara do mundo, a moradia unifamiliar multiplex do homem mais rico da Índia, o Sr. Mukesh Ambani. Se as disparidades de riqueza têm aumentando pornograficamente em todo o mundo, na Índia elas crescem ainda mais. Aos novos super-ricos chamam Bollygarchs, e da pena de James Crabtree saiu um novo livro sobre eles – e a corrupção de onde nascem e que segregam. Sobre esse livro, uma extensa e assombrosa notícia/síntese do Guardian, aqui.
 
 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

O mundo é um lugar estranho.






O mundo é um lugar estranho: na Índia, hindus extremistas glorificam a memória de Nathuram Godse, venerado como um santo. Para quem, não saiba, Godse foi o assassino de Gandhi. Aqui.
 

sábado, 16 de junho de 2018

A Vénus dos Plásticos.

 


 
Tivemos já várias Vénus: a de Milo, a das Peles, a de Willendorf, a Hotentote. A esta chamam-lhe «A Vénus dos Plásticos», uma mulher caminha numa zona industrial da periferia de Jammu, norte da Índia. A fotografia é recente, foi tirada no passado dia 5 pelo grande fotorepórter Channi Anand, da Associated Press.