terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O Saneamento na Radiotelevisão Portuguesa.

 
 
 
 
Nas malhas de organização deficiente da RTP/SARL havia pessoas e ligações de pessoas não definidas em estrutura orgânica que a condicionaram para além da própria vontade da Administração de então.

Miquelina, rapariga moderna, por Augusto da Costa.

 
 
 
 
Um rapaz meu amigo, tendo comprado recentemente um lindo yawl todo branco, quis que eu fosse passar com ele algumas horas a bordo.
 

Grounds for Sculpture, Hamilton, New Jersey.

 


Fotografias de Onésimo Teotónio de Almeida



 

Mulher de 40, essa desconhecida, pelo Dr. Edward Podolsky.

 
 
 
Mantenha as pernas fixas no chão, sem levantar os joelhos. Eleve lentamente as mãos sobre a cabeça. Entrelace os dedos e faça força para cima, como se tentasse apanhar algo sobre a cabeça. Os braços devem estar o mais perto possível das orelhas e a cabeça bem erguida. Estique a espádua, encolha o abdómen e levante, com lentidão, a parte superior do corpo até onde lhe for possível.
 

Sexo sem Culpa, de Albert Ellis.

 
 
 
 
Consequentemente, ignorar o coito não-afectivo, quando não se pode praticar a outra modalidade, seria, sob o ponto de vista do mais lídimo interesse pessoal, completa estultícia.
 
 

Eutanásia Maior, de Fernando Cardoso (Stern).

 
 



– Só abrindo o ventre ao cadáver se poderá ver alguma coisa.
– Abra, doutor – replicou o notário. – Eu assumo toda a responsabilidade!
 
 
 

Antes do Brexit.

 








segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Espécies em vias de iluminação.

 

Grounds for Sculpture, Hamilton, New Jersey.

 

Fotografias de Onésimo Teotónio de Almeida

boa tarde

 

 
 
Que um homem chamado Trump apareça numa série de coboiada da década de 1950 é coisa que causa espanto. Que esse homem prometa salvar o mundo, aí está. Que prometa salvar o mundo construindo um muro no Texas, dá para perguntar: será Donald ele próprio, messias televisivo, salvador de coboiada? Brrr, medo.

bom dia

 




É tamanha a beleza do que os olhos vêem que, diz o NY Times, os cientistas não a conseguem explicar. Sem criacionismos, antigos e modernos, a selecção natural, asseveram, não justifica tudo quanto de extraordinário existe no reino dos animais. Ao olhar para a cauda do pavão, para as suas estranhas simetrias, talvez quem a explique seja, agora e sempre, Blake e o seu tigre:

 

Tyger Tyger, burning bright, 

In the forests of the night; 

What immortal hand or eye, 

Could frame thy fearful symmetry?

 

In what distant deeps or skies. 

Burnt the fire of thine eyes?

On what wings dare he aspire?

What the hand, dare seize the fire?

 

And what shoulder, & what art,

Could twist the sinews of thy heart?

And when thy heart began to beat,

What dread hand? & what dread feet?

 

What the hammer? what the chain, 

In what furnace was thy brain?

What the anvil? what dread grasp, 

Dare its deadly terrors clasp! 

 

When the stars threw down their spears 

And water'd heaven with their tears: 

Did he smile his work to see?

Did he who made the Lamb make thee?

 

Tyger Tyger burning bright, 

In the forests of the night: 

What immortal hand or eye,

Dare frame thy fearful symmetry?

 

William Blake, The Tyger, 1794